Professores estaduais deveriam entrar em greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembléia na Praça da República na sexta-feira, 5, quando mais de 10 mil pessoas entre professores, representantes de diretores e supervisores de ensino estavam presentes.
Segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo- Apeoesp, as principais reivindicações da categoria são: reajuste salarial imediato de 34,3%; incorporação de todas as gratificações, extensiva aos aposentados; plano de carreira justo; garantia de emprego; contra as avaliações excludentes (provão dos ACTs/avaliação de mérito); revogação das leis 1093, 1097, 1041 (lei das faltas); concurso público de caráter classificatório; contra a municipalização do ensino, contra qualquer reforma que prejudique a educação, em todos os níveis. A assessoria de imprensa da Diretoria de Ensino de Bragança e região disse à GB que, até ontem, apesar da Apeoesp ter aprovado a greve, as aulas estavam ocorrendo normalmente, e que ainda não existia data prevista para o início e término da paralisação.